Quem somos e em que acreditamos?

Nosso grupo, o GAIA, brotou de minha intensa paixão pela criação de um mundo mais humano para meu filho, Arthur Francisco, para os filhos dele e para todas as gerações futuras, afinal, como diz o título de um livro: "Filhos Brilhantes, (nós, pais e mães) Professores Fascinantes".

Entendo que p/ sermos o berço de futuras gerações preparadas, temos por obrigação nos prepararmos e propagarmos nossas experiências interagindo uns com os outros, independente de sermos pais ou filhos, tios ou sobrinhos, avós ou netos... sejamos sempre IRMÃOS EDUCADORES!!! E esta educação começa dentro de nossos lares, mudando antigos paradigmas, prestando mais atenção ao nosso próximo, ao futuro de nosso planeta, reciclando nosso lixo, reciclando nossas almas.

Muito embora a magnitude das crises espirituais e ambientais que nos deparamos em nosso dia a dia possa exigir métodos ousados e visionários, sei, do fundo do meu coração, que é possível encontrar soluções para os problemas do nosso planeta, começando dentro de nós mesmos, em nosso lar, em nosso ambiente de trabalho, com nossos visinhos, enfim...

Tudo é possível, pois querer é poder!!!

Valeria.

DIREITOS AUTORAIS

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Hora do Planeta


O GAIA participa da Hora do Planeta 2014!!!
Em casa ou no trabalho, você pode participar desligando todas as luzes e eletrodomésticos durante uma hora.
A data oficial deste ano é amanhã, dia 29 de março.
Vamos juntos cuidar do nosso planeta???



sábado, 22 de março de 2014

Dia Mundial da Água

A água é um dos recursos mais essenciais para a humanidade e ainda assim é um dos bens que muitas pessoas se utilizam sem saber. Você pratica um consumo consciente no seu dia a dia? Nós do GAIA, acreditamos que todos nós podemos fazer a nossa parte, afinal a natureza e a saúde estão intimamente ligadas e devem sempre estar em primeiro lugar.
22 de março - Dia Mundial da Água.



segunda-feira, 17 de março de 2014

Segunda-feira

Mais uma semana que se inicia... todinha nossa, novinha, pronta pra ser desbravada, construída, curtida, amada, lapidada, enfim... mais uma oportunidade ÚNICA de realizar sonhos, desejos, fantasias, cumprir metas, alcançar objetivos, chorar - CHORAR DE RIR - sorrir, gargalhar, conhecer novos amigos, rever velhos amigos, tomar um saboroso café ou uma refrescante água de coco, ler um livro, assistir à um filme, cuidar do seu jardim...

Vc não tem um jardim??? Um singelo vaso tem o mesmo efeito!!!

Hoje é segunda-feira, dia de voltar ao batente, ir à escola, ao trabalho, às compras, à vida!!! Hummm... hoje é dia de comer o que restou do almoço de domingo, transformar o risoto em bolinho de arroz, lamber o recipiente em que estava o pudim, pra não desperdiçar nenhuma gota da calda caramelada. Segunda-feira também é dia de celebrar - todo dia é dia de celebrar!!! Celebrar a vitória do seu time, celebrar o nascimento de uma nova vida, celebrar a cura, celebrar a paz, o amor... celebrar uma paixão!!!

E por falar em paixão, segunda-feira também é dia de beijar na boca, beijar uma face, uma testa, beijar as mãos de alguém. Adoro beijo nos olhos!!! Pai, mãe, filhos, amigos, irmãos, maridos, esposas, namorados, amantes... toda forma de amor vale à pena. Porém, melhor do que os beijos, somente os ABRAÇOS!!! Ah, os abraços... longos e aconchegantes, sentindo o perfume, a textura, a respiração, os batimentos cardíacos... uma verdadeira fusão entre abraçador e abraçado!!!

Hoje também é dia de dizer o que se sente, aliás, não há nada melhor do que dizer o que se sente. Um universo de infinitas possibilidades se abre quando dizemos sinceramente o que sentimos. Surpreenda e seja surpreendido, afinal, hoje é segunda-feira!!! Tem gente chegando, tem gente partindo, mas o que importa mesmo é o prazer da caminhada.

Contas à pagar??? Sim, todos temos e sempre teremos... faz parte do processo!!! Que tal exercitar mais a gratidão??? Gratidão por estar vivo e possuir contas à pagar. Gratidão por ter uma saúde perfeita e, se por acaso a saúde não estiver tão perfeita assim, gratidão pela oportunidade de tratamento, de cuidados. Gratidão por haver igualdades e diferenças, pelo belo e pelo não tão belo, gratidão pelo simples e o sofisticado, mas principalmente, gratidão por todos os exemplos citados nestas linhas, bem como por tudo o que permeia o TODO.

Eu poderia ficar aqui, escrevendo, escrevendo, transbordando... jamais me cansaria e os assuntos jamais cessariam. Mas agora preciso ir até ali, viver mais um pouquinho e fazer a diferença em meu mundo e no mundo de alguém.

Bora VIVER um dia de cada vez, sem perder a ternura, o respeito, a vontade de viver e principalmente sem perder a nossa FÉ.

Isso é felicidade p/ mim.

Valeria Kenchicoski.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Transformação em GAIA

Não sei se por intuição, mas GAIA passa por transformações contínuas, tanto quanto a MÃE TERRA, o Grupo de Amigas Interagindo com o Amor também recicla-se a cada dia.

Estivemos “fora do ar” por um longo período, uma lacuna cronológica necessária ao aprimoramento e amadurecimento de nossa missão.

Agora, adaptados às novas realidades, gradativamente retomaremos nossas atividades, afinal, a vida é cheia de aventuras inesperadas.

Estou certa do apoio, carinho e compreensão de todos vocês.

Namastê!!!

Valeria Kenchicoski.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2013... Ano Mundial da Água.


2013 foi escolhido como o Ano Mundial da Água.
Que possamos, não só refletir sobre o tema, mas, agir conjuntamente para obtermos soluções de inúmeros problemas nessa área.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012



O balão é algo livre, desprendido do medo, ele avança e rompe todas as barreiras que atravessam seu caminho e continua a subir.
 
Para ele não existe o para, está sempre se movimentando, porém, sem perder a sua fragilidade.
 
Assim, dessa mesma maneira é a mulher:
feminina, dedicada e sutil, porém com uma força implacável, que consegue enfrentar tudo o que a vida lhe mostra sem perder o seu encanto.

A mulher não tem medo e com isso se cuida, não teme o resultado, pois sabe que o único modo de sentir-se realmente livre é terminando com essa dúvida.

É prevenindo-se.

MOVIMENTO MUNDIAL OUTUBRO ROSA 2012

domingo, 22 de abril de 2012

Dia Mundial da Terra

Todos os anos, a 22 de Abril celebra-se o Dia Mundial da Terra.

A data foi criada em 1970, pelo senador norte-americano Gaylord Nelson que resolveu realizar um protesto contra a poluição da Terra, depois de verificar as consequências do desastre petrolífero de Santa Barbara, na Califórnia, ocorrido em 1969.

Inspirado pelos protestos dos jovens norte-americanos que contestavam a guerra, Gaylord Nelson, desenvolveu esforços para conseguir colocar o tema da preservação da Terra na agenda política norte-americana.

A população aderiu em força à manifestação e mais de 20 milhões de americanos manifestaram-se a favor da preservação da terra e do ambiente.

Desde essa data, no dia 22 de Abril milhões de cidadãos em todo o mundo manifestam o seu comprimisso na preservação do ambiente e da sustentabilidade da Terra.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Um chapéu de presente...

Olá,
Escolhi este texto propositalmente, pois neste momento careca de minha vida, os chapéus e lenços têm sido meus grandes aliados... coloridos, alegres, descontraídos, cúmplices. Meus chapéus e lenços são parte de mim, de minha personalidade e confesso que será difícil abandoná-los, mesmo quando os cabelos crescerem.
Valeria Kenchicoski.


"Conheci uma moça que ganhou de presente um chapéu muito bonito. Mas antigo demais para ser usado nos dias comuns. Seu formato acertava-se perfeitamente à cabeça, mas ao mesmo tempo garantia um certo desconforto como se o resto da roupa e mesmo da cara não combinasse com o tom azul e a flor amassada de organza rosa e velha. O presente era uma herança que recebera no mesmo dia que soube da morte da avó. O chapéu tinha sido o seu enfeite de todos os domingos. Na sua avó ficava perfeito, combinavam. Talvez sua avó tivesse construído uma vida onde fosse possível caber um chapéu romântico. Esta menina não tinha uma vida onde este chapéu pudesse ser usado aos domingos. No máximo seria pendurado como um quadro em algum canto da casa, para que o carinho, as férias perfeitas na casa da avó, as tardes juntas no quarto de costura, as noites na frente da televisão, o cheiro da comida, o cheiro de talco logo após o banho, o café do domingo sempre cedo e sempre com bolo de fubá estivessem também pendurados juntos com o chapéu. Talvez assim também chegasse o dia em que esta moça pudesse usá-lo de forma natural e se sentir bonita, como, tinha certeza, sua avó sentia. Não sabia ao certo se este dia chegaria.... Mas não tinha pressa. Agora era um dos seus pertences. Um presente perfeito que ganhara para aliviar uma tristeza. Uma bobagem, como disse sua tia. O mundo mudaria certamente em torno do chapéu. Mas ele não ficaria mais feio, nem mais bonito, nem mais ultrapassado do que já era... Talvez o tempo também mude o chapéu, deixe-o desbotado, talvez as traças ataquem. Mas isto sinceramente não tem importância... Num dia qualquer, em que estiver a toa e sozinha, já posso vê-la colocar a chapéu na cabeça, olhar no espelho, sorrir, imaginar uma conversa qualquer, um passeio, brincar de voltar no tempo, brincar de ser outra pessoa, brincar com o seu passado, cantar, dançar... enfim, usar a "bobagem" como as coisas devem ser: simples e para trazer alegrias. Mas depois colocá-lo no seu lugar na parede e se voltar para ler o jornal, arrumar a roupa ou sair para tomar um sorvete. E certa de que não importa que você não combine mais com o chapéu do passado, mas ele esteve ali, fez parte da sua vida... e vai continuar, mesmo que pendurado na parede".

Texto de autoria desconhecida.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Um exemplo de garra...

Escrito por
em 10 Fev, 2012.

Conversar com Valéria Kenchicoski, 36 anos, administradora de empresas e mãe de um menino de 8 anos é ter a certeza de que, além de um tratamento clínico eficaz, fé e determinação também são itens primordiais na recuperação dos pacientes com câncer.

Valéria foi diagnosticada com um nódulo maligno na mama esquerda em setembro do ano passado, e mesmo antes do resultado, sempre fez rastreamento devido à morte da mãe também culminada pela doença. “No primeiro mês olhava para o meu filho de 8 anos e chorava. Pensava, vai doer e meu cabelo vai cair. Era como se o momento em que eu estava passando fosse um sinal de morte”, relata.

A partir da primeira consulta com a oncologista Martha Perdicaris, do ISO Hospital Dia, Valéria, que se autodenomina “uma guerreira taurina”, decidiu não se abater. “Olhei no espelho e falei: Não vou tombar! Ou eu faço um final triste ou eu mudo para a felicidade!”. Ela não deixou de trabalhar e conta que apenas adaptou a sua rotina ao tratamento “Tenho um combinado com a doutora Martha de que preciso respeitar alguns períodos”.

Valéria diz que mudou depois do câncer. “Eu nunca me coloquei na posição de doente. Era como se eu fosse um papel que ficou em pedacinhos e se reconstituiu de uma maneira melhor. Ampliei meu leque de visão”.

Ela afirma que sempre foi vaidosa e explica como passou pela queda do cabelo. “Decidi cortar aos poucos com o meu irmão, que é cabeleireiro. Ele os raspou na máquina 2. Depois me apresentou algumas perucas, mas não curti. Prefiro os lenços ou ficar ao natural”.

Valéria gosta de transmitir o que pensa. Por isso, quando sente necessidade, escreve em um dos seus blogs como o Divã de Valéria ou em seu perfil do Facebook. “Hoje eu agradeço ao universo por passar por essa experiência e poder transmiti-la para as pessoas.

Ela disse que o apoio da sua família está sendo fundamental para a sua recuperação. “Hoje sei quem realmente é meu amigo. A minha casa passou a ficar mais cheia do que em dia de festa. O telefone não para de tocar. Tive uma grata surpresa”, conta.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Comitê de Tolerância Zero para Mortalidade por Câncer de Mama


O Comitê de Tolerância Zero para a Mortalidade por Câncer de Mama – CTZ, criado pela Lei Estadual nº 12.862 de 2007, tem o objetivo de identificar as falhas na cadeia de atendimento à saúde da mama e implementar políticas públicas adequadas e efetivas para a reversão da alta mortalidade por câncer de mama no RS.

Conforme estabelecido por seu Regimento Interno, os comitês devem ser compostos por representantes da Sociedade Civil Organizada, do Governo, de Universidades, Prestadores de Serviço, Profissionais da Saúde e demais cidadãos. Além disso, os CTZ’s poderão ser criados nos municípios gaúchos e, em suas ações, serão independentes do poder público e trabalharão em parceria com as Secretarias e Conselhos Municipais e Estaduais de Saúde, com vinculação administrativa ao IMAMA. 
Marco Zero
O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul e o IMAMA assinaram, em 06 de agosto de 2009, termo de cooperação técnica para o mapeamento do câncer de mama no RS. O objetivo da parceria é levantar dados relativos à saúde da mama e ao câncer de mama em todos os municípios do Estado. “Para vencermos a doença, precisamos conhecer a realidade de cada região e município gaúcho. Só assim poderemos desenvolver políticas públicas eficazes e planejar ações efetivas para o combate do câncer de mama, doença cujos índices de incidência e mortalidade são altos no Rio Grande do Sul”, afirma Maira Caleffi, mastologista e presidente do IMAMA.

O levantamento é realizado junto às Secretarias Municipais de Saúde, por intermédio do Ministério Público do RS com apoio da FAMURS, através do preenchimento do Questionário Marco Zero.
CTZ Porto Alegre
Em 19 de agosto de 2009 foi instituído o CTZ Porto Alegre, contando com 37 representantes de entidades sociais, universidades, hospitais, sindicatos e poder público. Trata-se do primeiro grupo de trabalho de uma rede que pretende alcançar todos os municípios do RS.

Mais informações
projetos@imama.org.br
55 51 3264.3000 / 3264.8451

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Um mundo paralelo...

Após a confirmação do diagnóstico, me senti num mundo paralelo, um hiato entre tratamento e resultado efetivo. As pessoas te olham diferente, te tratam diferente. Eu me sentia a mesma, plena e saudável. A imagem no espelho não refletia uma pessoa com câncer. Como isso é possível?


Porém, com o tempo, o estigma toma conta, a vida muda radicalmente. Não sou mais dona da minha agenda, de meus compromissos. Tudo está atrelado a datas de exames, consultas, quimioterapias, etc... a ser decidido pela equipe médica. Eles apenas te informam a data e a hora do procedimento a ser realizado, simples assim. Ninguém te pergunta se vc está ou não de acordo, pois é como te pedir p/ escolher viver ou morrer.


O discurso da certeza de cura é decorado e repetido por todos, bem como os percentuais de sucesso... Ao mesmo tempo tudo acontece de uma forma tão urgente que vc se sente em pré-óbito. As recomendações médicas durante o tratamento são: VIDA NORMAL.


Vida normal??? Fala sério!!!


Durante uma semana só chorei, durante as 24 horas do meu dia. Meu rendimento profissional despencou, perdi o apetite (conseqüentemente peso), não tinha coragem de olhar p/ o meu filho... como dizer a ele que eu ia morrer? Sim, pq nas duas primeiras semanas eu só tinha certeza da morte. Tanto que me esqueci que toda a humanidade vai morrer um dia e que eu poderia inclusive morrer atropelada, por exemplo. Até o carro eu bati. Por um curto espaço de tempo perdi a Fé, mas nunca me revoltei c/ Deus e nem tampouco tive pena de mim mesma. Só queria entender os desígnios de Dele em relação à minha pessoa.


O câncer é uma violência física e emocional. Tudo é incerteza. O que dá certo p/ A pode não dar certo p/ B e assim sucessivamente. Nada é parâmetro de coisa alguma. Literalmente é uma doença que corrói as entranhas da alma... é assim que me sinto. A única certeza é o diagnóstico e o início do tratamento... o resto... ninguém garante. Quais os resultados? Não dá p/ saber. O tratamento está sendo eficaz? Antes da quarta sessão de quimioterapia ninguém sabe. Ainda assim, tem a cirurgia, outra incógnita... só na hora H o médico saberá o que vai encontrar, se haverá ou não metástases, enfim... isso é vida normal???


Sem contar na voz do povo, que neste caso é tudo, menos a voz de Deus. Passei a ouvir de tudo, infinitas histórias... o pior é que as pessoas pensam que estão te motivando e estão de empurrando p/ beira de um penhasco... é horrível!!! Indescritível!!! Tem horas que tudo o que vc não quer ouvir é que vai dar tudo certo, parece um disco arranhado, tipo a pessoa não tem o que te dizer e diz que vai dar tudo certo... definitivamente, não desejo este estigma p/ ninguém. O Câncer é a pior tortura física e psicológica que um ser humano pode ser submetido, não há palavras p/ explicar tais sensações.


Em resumo, a vida é um rio largo, cujas margens estão pessoas com câncer e pessoas sem câncer. Não consigo mais interagir socialmente, planejar, construir... não me sinto mais parte do todo e sim a experiência que não deu certo c/ uma imensa platéia a espera do próximo capítulo.

sábado, 29 de outubro de 2011

Memória Celular… o corpa fala – como tudo começou

Em meados de julho/2010, comecei a sentir umas pontadas no seio esquerdo. No início eram esporádicas, mas foram se tornando mais freqüentes c/ o passar dos dias.

Faço meu check-up ginecológico anual sempre no mês de setembro e neste ano não foi diferente... papanicolau, ultrassom de mama e transvaginal, mamografia e densitometria óssea. Tudo absolutamente NORMAL.
Comecei a fazer mamografia a partir dos 30 anos de idade, pois perdi minha mãe p/ um câncer de mama mau diagnosticado e mau cuidado, o que ocasionou metástase óssea e pulmonar, levando-a a óbito em 21/05/2008 aos 59 anos de idade.

Com os exames normais em mãos, me tranqüilizei, mas as pontadas continuavam a me incomodar. Hoje sei que deveria ter repetido os exames em seis meses, mas confiei na informação do meu médico, que julgou não ser necessário.

A partir de março de 2011, meu mamilo esquerdo começou a coçar e a cada TPM, o seio começou a ficar mais denso e dolorido do que o normal... sempre o seio esquerdo, pois o seio direito era assintomático.

Na correria do dia a dia, deixei de lado, na verdade fugi da verdade, num medo paralisante de descobrir algo que meu corpo já sinalizava de forma agonizante.

Até então, não havia nódulo palpável e eu em minha ignorância julguei que estivesse tudo bem. Fui adiando a consulta médica na esperança de não ser nada de mais, mas meu coração estava apertado... memória celular... o corpo fala.

E veio julho/2011, exatamente um ano depois do primeiro sintoma, quando durante o banho senti um nódulo. Meu mundo caiu. Entre um compromisso profissional e outro, deixei que mais um mês passasse... em agosto meu mamilo rachou e começo a liberar uma secreção incolor. Daí bateu o desespero.

Finalmente agendei consulta c/ o meu ginecologista que ao me examinar me tranqüilizou dizendo que poderia ser apenas um fibroadenoma. Ufa... menos mau.

Fibroadenoma?
Ledo engano... já na clínica de diagnóstico por imagem, ao realizar a mamografia e o ultrassom de mama o médico me sinalizou a gravidade, pois pediu urgência em retornar ao meu médico, inclusive me antecipou os laudos p/ o dia seguinte, já sugerindo uma biópsia de mama.

Assim foi feito. Eu já tinha certeza do diagnóstico, sempre tive. Mas o medo paralisante retardou meu diagnóstico e início de tratamento, de modo que hoje, meu câncer de mama encontra-se em estágio intermediário. Ignorei a fase inicial, não soube ouvir o meu corpo. Deveria ter voltado ao médico muito antes... enfim.

Feito a biópsia, diagnóstico comprovado:
CARCINOMA DUCTAL NÍVEL 3.

Minha mensagem inicial é: MULHERES, OUÇAM SEU CORPO, PRESTEM ATENÇÃO AOS SINAIS E NÃO SE SINTAM CONSTRANGIDAS EM CONTRARIAR SEUS MÉDICOS.

domingo, 2 de outubro de 2011

Conceito de Metafísica - por Helena Gerenstadt


De acordo com o dicionário Aurélio a Metafísica é uma parte da Filosofia. É um corpo de conhecimentos racionais em que se procura determinar as regras fundamentais do pensamento em relação ao ser, e que nos dá a chave do conhecimento do real, tal como este verdadeiramente é (em oposição à aparência ou ilusão). A Metafísica remonta a antiguidade. Temos conhecimento que ela começou a surgir com Aristóteles, filósofo grego, que já estudava a relação do ser com o Universo. Esses conhecimentos foram profundamente estudados na China, no Tibete, na Índia, no antigo Egito. O budismo, por exemplo, é uma forma de metafísica, com suas técnicas de aprofundamento no psiquismo humano. Descobrindo assim o relacionamento entre a mente e o corpo. O Espiritismo também, nos mostrando a influência do plano espiritual no plano físico. E assim por diante.

Hoje em dia temos a medicina psicossomática que se encontra engatinhando em relação a esses conhecimentos, mas muito do que a Metafísica divulgou, essa medicina tem comprovado na prática diária. O termo significa além do físico ou da matéria.

CONCEITO ESSENCIAL DA METAFÍSICA
A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os fatos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz sentirem-se coitadas.
Ficam hipnotizadas pela idéia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controle ou responsabilidade.
É comum, nas situações dolorosas que afetam a elas mesmas ou os outros, as pessoas se acovardarem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam seu comodismo com frases como: "Deus ou o destino quis assim" ou "Não aconteceu porque não era para ser". Outros preferem se revoltar a procurar desvendar a verdadeira realidade dos fatos.

«Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima».

O "vitimismo" é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade. Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer. Alimentar pensamentos negativos não lhe permitirá usar seu poder de trans-formar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor. De modo geral, o ser humano crê na fatalidade, no acaso e na integligência. Quando "acidentes" acontecem, as pessoas imediatamente definem as ocorrências, sem dar a chance de perceber se há outra forma de encarar os fatos.
Explicar algo classificado como fatalidade não é uma tarefa fácil. Compreender o que está por trás de um acontecimento ruim exige certa predisposição a acatar o novo e abandonar os conceitos impregnados na humanidade. Um acidente parece sempre algo inexplicável, e o acaso um mistério agindo aleatoriamente. Pensar desse modo é o mesmo que considerar que o nada pode fazer tudo, como realizar feitos extraordinários, provocar acidentes, promover sua demissão do emprego, fundir o motor de seu carro, causar uma infestação de cupins em sua casa e uma série de outros males que o rodeiam. Olhar a vida por essa óptica é acreditar que somos vítimas dos mecanismos naturais. A idéia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida. É inaceitável crer que um ser superior governe tudo como um déspota ou mesmo que o acaso que provoca todos os contratempos na vida das pessoas. Assim também não se pode acreditar que a natureza é caótica a ponto de cometer alguns lapsos em seus intrincados mecanismos de funcionamento.

A natureza é sábia, portanto para toda ação há sempre uma causa, mesmo quando
da nossa inteligência não consegue alcançar o conhecimento dos processos da vida.
Quem segue sua intuição e busca outra visão dos acontecimentos, rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas para as ocorrências desagradáveis.

«O vitimismo é uma forma infantil de lidar com os fatos».
Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial em nossa vida?
A resposta é:
«Voce é a causa de tudo! É o centro de sua vida e senhor de seu próprio destino.»